http://www.plantarportugal.org/index.php/Mostrar-Grupos/Plantar-Portugal/Semana-da-Primavera-Biologica/Semana-da-Primavera-Biologica-Lancamento-oficial-dia-19-de-Marco.html
sexta-feira, 18 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
> Palestra : Sábado 19 de Março : Alimento SEGURO, Alimento SAUDÁVEL
O próximo dia 19 de Março, é o dia Internacional dos direitos do Consumidor.
A Brio irá assinala-lo, fazendo uma palestra sobre segurança alimentar, leitura de rótulos, cuidados a ter na cozinha e na conservação de alimentos.
Participe! Um consumidor informado, protege os seus direitos e faz uma escolha mais esclarecida.
"Será um alimento seguro um alimento saudável?
É incontornável a presente preocupação com a segurança dos alimentos. A que temperatura devo conservar os alimentos no frigorífico? Quais os aditivos alimentares prejudiciais à saúde? Como distinguir alimentos excessivamente calóricos de outros mais saudáveis? Quais as regras básicas de higiene que devo aplicar na minha cozinha?
Responda a todas estas questões na PALESTRA ALIMENTO SEGURO, ALIMENTO SAUDÁVEL, dia 19 de Março, às 17h, na Loja BRIO Campo de Ourique, com as nutricionistas Brígida Ribeiro e Teresa Andrade.
Venha celebrar o dia Internacional dos Direitos do Consumidor."
Inscrições até dia 17 de Março, para o email workshop.nutri@gmail.com
Participação: 15€
Limite de vagas: 15 participantes
http://briobiologico.blogspot.com/2011/03/palestra-sabado-19-de-marco-alimento.html
segunda-feira, 7 de março de 2011
> Eu quero! E tu?
Eu quero ar puro,
Eu quero alimentos saudáveis sem destruição,
Eu quero água sem poluição,
Eu quero que as nossas florestas permaneçam intactas,
Eu quero ver os oceanos cheios de vida,
Eu quero uma revolução energética,
Eu quero um mundo melhor.
Eu quero! Tu também queres? Então dá uma mãozinha ao nosso planeta, partilhando este vídeo.
www.greenpeace.org
Movimento Plantar Portugal
quinta-feira, 3 de março de 2011
> Danos causados pelas chuvas e ventos
Os danos causados pelas chuvas e ventos tendem a aumentar de ano para ano, e tanto o governo como o povo estão bastante preocupados em prevenir-se, mas como essas obras preventivas são de altíssimo custo, no momento adoptam-se apenas soluções improvisadas. Todavia, alguma coisa deverá ser feita, já que os prejuízos se repetem a cada ano. Actualmente, não há outra alternativa a não ser procurar diminuí-los.
Entretanto, com a Agricultura Natural as raízes das plantas tornam-se mais resistentes, a incidência de quebra dos caules comparada com a da agricultura tradicional é mínima, e quase não ocorre queda das flores nem apodrecimento dos caules após período de submersão. Mesmo quando as outras áreas de plantio são afectadas consideravelmente, as da Agricultura Natural sofrem danos irrisórios, o que as pessoas acham muito estranho. Observando as extremidades das raízes, vemos que elas apresentam formações mais longas e em maior quantidade que as das plantações convencionais, proporcionando-lhes enorme resistência nessas ocasiões.
Estabelecendo a analogia com o homem, as pessoas que comem apenas alimentos frescos e sem tóxicos são sadias. O mesmo acontece com as plantas, e isso não se limita ao trigo ou arroz. Segundo os agricultores, as plantas de baixa estatura e folhas pequenas são as que dão mais frutos e oferecem as melhores colheitas. É justamente o que ocorre na Agricultura Natural; pode-se ver, portanto como ela é ideal. Além do mais, os seus produtos apresentam excelente qualidade e sabor, reconhecidos por todos aqueles que já a experimentaram. A razão disso é que, quando se utilizam adubos, os nutrientes são absorvidos na maior parte pelas folhas, o que as faz crescer demasiadamente, afectando a frutificação. Acrescente-se que a quantidade de muda de arroz obtida na Agricultura Natural é bem maior, já se conseguiram até cento e cinquenta mudas com uma só semente, resultando em cerca de quinze mil grãos — recorde admirável. Outra característica do arroz produzido por este método é que a sua palha apresenta-se bastante forte e fácil de ser trabalhada.
Esclarecimento sobre Agricultura Natural - 15 de Janeiro de 1951
> Danos causados pelas pragas
São três as preocupações dos agricultores: o elevado preço dos adubos, os prejuízos causados pelas pragas e os danos decorrentes dos ventos e das chuvas.
É importante saber que a causa do surgimento das pragas está nos adubos. Aplicados ao solo, estes tornam-no impuro, modificando as suas características, fazendo com que regrida a sua capacidade e, ao mesmo tempo, acabem por deixar resíduos.
É óbvio que todas as matérias sujas apodrecem. Aí aparecem larvas e bactérias. O aparecimento de vermes, nos depósitos de excrementos comprova o que eu digo. As várias espécies de pragas originam-se dos diversos tipos de adubos. Dizem que ultimamente surgiram novas espécies, mas isso não é nada mais que uma consequência do aparecimento de novos adubos.
Outro ponto importante é que, quando aparecem pragas utilizam-se pesticidas para combatê-las, o que é extremamente prejudicial. Os insecticidas são venenos tão fortes que são capazes de matar os insectos. Deste modo quando se infiltram no solo, acabam por contaminá-lo e enfraquecê-lo ainda mais. Assim, o que nele for cultivado sofrerá os danos causados por mais esse veneno, além dos tóxicos dos adubos.
O solo, da mesma forma que o homem, perde resistência e as pragas como que se aproveitando disso, multiplicam-se com maior intensidade. É realmente um círculo vicioso. Nesse aspecto, inclusive, pode-se notar o quanto a agricultura tradicional está errada. Além do mais, alimentando-se do arroz que absorveu substâncias venenosas, como o sulfato de amónia contido nos fertilizantes, o corpo humano sofre os seus efeitos, e é óbvio que isso faz mal à saúde, pois suja o sangue. No caso de alimentos básicos que se comem diariamente, mesmo que a quantidade de veneno ingerido em cada refeição seja ínfima, ela vai se acumulando ao longo do tempo e torna-se a causa de doenças.
Esclarecimento sobre Agricultura Natural — 15 de Janeiro de 1951
domingo, 27 de fevereiro de 2011
> Nutri Bokashi
O NUTRI BOKASHI® é um fertilizante natural, composto a partir de uma mistura de matérias naturais de origem vegetal e animal, submetidos a um processo de fermentação controlada.
Além do fornecimento de nutrientes, este também fornece ao solo micro-organismos "regeneradores", facilitando rapidamente condições favoráveis à actuação de outros micro-organismos, benéficos ao solo e às plantas.
Retirado do site: http://www.korin.com.br/produtos/nbokashi.asp
sábado, 26 de fevereiro de 2011
> Apareceu nova praga devido ao cultivo de milho transgénico
Nos Estados Unidos, o milho geneticamente modificado do tipo Bt-Cry1Ab (que produz uma determinada toxina insecticida, como o MON 810 que é cultivado em Portugal) está a ser infestado por uma nova praga, o "western bean cutworm" (Striacosta albicosta), um tipo de lagarta-de-rosca. Os problemas começaram a ser observados no ano 2000. Historicamente esta lagarta estava confinada a regiões muito limitadas do Oeste americano e não tinha impacto significativo no milho. Mas na última década este insecto alastrou para o Iowa, Minnesota, Illinois, Missouri, Indiana e Wisconsin e já está a causar impacto económico. Em 2009 foi detectado pela primeira vez no Canadá.
De acordo com a literatura científica, trata-se de um exemplo de "substituição de pragas", algo que também se verifica na agricultura intensiva com forte uso de pesticidas. Ou seja, ao eliminar um insecto (por causa da produção de Bt na planta transgénica), fica livre um "espaço" que depois é ocupado por um insecto de outra espécie, um concorrente. Porque o milho transgénico está a ser cultivado em vastíssimas áreas do território americano, esta lagarta-de-rosca está a espalhar-se na mesma proporção.
A lição? Algo do género: “Tapou-se um buraco para abrir outro maior…”
Retirado do site: http://www.stopogm.net/content/apareceu-nova-praga
> O Frangossauro
A USP (Universidade de São Paulo) desenvolveu o primeiro frango de quatro patas, obtido através do cruzamento de materiais genéticos do galináceo comestível e de um rato usado em experiências laboratoriais.
O nutricionista afegão, Tamul Noburak, que lecciona Bioquímica Animal na Universidade Paulista afirmou: “Este frango com quatro patas é excelente para a alimentação dos estudantes, pois haverá mais coxas no nosso ensopado. O único problema é que não tem mais asas e pescoços, partes mais apreciadas pelos alunos. A principal vantagem deste animal é que reúne dois tipos de carne usados nesse prato”. O animal foi baptizado de frangossauro e a sua genética possui traços de ave e roedores, resultando numa carne mais tenra, saborosa e macia.
Retirado do site: http://errenka.blogspot.com/2007/03/cincia-usp-desenvolve-frango-transgnico.html
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
> Quem é a Korin?
A Korin Agricultura Natural é uma empresa brasileira, criada dentro de uma filosofia empresarial, baseada na Agricultura Natural preconizada por Mokiti Okada (Japão 1882-1955), com valores de respeito à natureza, ao produtor e ao consumidor.
Produz alimentos naturais, livre de agroquímicos e adubos, seja de origem química ou animal. O estrume de cavalo, galinha ou mesmo resíduos de peixe devem ser evitados, porque transportam verminose, que se acumulam nos vegetais e quando são ingeridos, chegam ao organismo humano. Até o carvão de madeira, é recusado. Estes elementos não caem do céu nem brotam da terra, portanto são anti-naturais.
Mokiti Okada recomenda apenas o uso de compostos vegetais, que conservam a pureza do solo e permitem a reciclagem dos nutrientes para o desenvolvimento das plantas.
Existem dois Pólos de Agricultura Natural em São Paulo, sendo um em Ipeúna e outro em Atibaia. Trabalha em parceria, no sistema de integração com 65 pequenos e médios produtores, das regiões de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Bahia, aos quais transferem tecnologias para a prática do método de Agricultura Natural.
Mensalmente, a Korin Agricultura Natural produz 100 toneladas de frutas, legumes, verduras e ovos provenientes de aves criadas sem antibióticos.
Retirado do site: http://www.korin.com.br
> Novo logótipo da Agricultura Biológica
A partir de 1 de Julho de 2010, o novo logótipo biológico da UE é obrigatório em todos os produtos biológicos pré-embalados produzidos em qualquer dos Estados-Membros e que respeitem as normas aplicáveis. Nos produtos importados será facultativo. Juntamente com o rótulo da UE, poderão figurar outros logótipos privados, regionais ou nacionais. O regulamento relativo à produção biológica será alterado dentro de algumas semanas, para incluir o novo logótipo num dos seus anexos.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
> Agricultura Biológica
A agricultura biológica tem vindo a ser valorizada pelos Governos e Comunidade Europeia, por preservar o ambiente, evitando a sua contaminação por poluentes químicos derivados dos adubos e pesticidas e por diminuir a exagerada produção agrícola existente no mundo ocidental, a qual origina problemas no custo de armazenamento.
A agricultura biológica não usa adubos de síntese, desinfectantes e pesticidas químicos e está integrada numa visão do mundo bem diferente da primeira, que se preocupa sobretudo no aumento de produção e no aspecto atractivo sem pensar no nutritivo e nas consequências para a saúde das pessoas, animais e plantas. Para a agricultura biológica a terra ou solo é um elemento vivo da natureza, que contém milhões de microorganismos e outros seres vivos, os quais devem ser preservados e tomados em conta. Assim a estrumação e a utilização de outros fertilizantes naturais não só alimentam as plantas, mas também fortificam, corrigem e harmonizam o solo e os seus habitantes, pois é deste estado de saúde que depende a qualidade e o bom sabor dos alimentos produzidos.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
> Filme "Food Matters"
Boa tarde caros visitantes. Apresentamos um documentário, considerado um dos melhores, sobre saúde e alimentação.
O Alimento é Importante – Food Matters
EUA, 2008, Duração: 78 minutos, Direcção: James Colquhoun e Carlo Ledesma
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
> Arroz transgénico com genes humanos pode ser aprovado nos EUA

O primeiro alimento geneticamente modificado com genes humanos está prestes a ser aprovado para produção comercial nos EUA. O arroz produzido em laboratório tem algumas proteínas encontradas na saliva e no leite materno.
A empresa pretende ampliar o uso destas proteínas em bebidas, sobremesas, iogurtes e barras de cereais. De acordo com os cientistas da empresa responsável pelo desenvolvimento do produto, a Ventria Bioscience, a proteína retirada do novo arroz pode ser usada no tratamento da diarreia infantil, uma das maiores causas de morte nos países em desenvolvimento. O United States Department of Agriculture (USDA) já mostrou interesse em aprovar o cultivo comercial deste tipo de arroz. Os produtores do arroz têm aprovação preliminar para plantar cerca de 12 mil quilómetros quadrados no Kansas. O arroz é o primeiro passo na chamada "comida Frankenstein", a primeira a misturar genes de origem humana. No entanto, grupos de defesa do consumidor, a este tipo de novo alimento contestam a notícia.
O GeneWatch UK, que monitoriza novos alimentos geneticamente modificados, descreveu o produto como "muito perturbador". O investigador Becky Price alertou para o facto de existirem “muitos riscos muito, muito graves para a saúde e as pessoas devem estar cientes disso".
Publicado: 06/03/2007
Retirado do site: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2007/03/06/294813117.asp
> Já todos comemos transgénicos
Entrevista com Margarida Silva, coordenadora do grupo de Estudos Ambientais da Universidade Católica do Porto. É também responsável pelo tema dos transgénicos na Quercus.
1. O que são exactamente alimentos transgénicos?
São alimentos produzidos a partir de plantas, que foram geneticamente modificadas em laboratório. Nessas plantas, é introduzido um gene. Assim, temos culturas transgénicas diferentes das convencionais, porque as células dessa planta têm essa informação adicional, esse gene.
2. Desde quando é que são produzidos alimentos transgénicos?
2. Desde quando é que são produzidos alimentos transgénicos?
Desde os anos 60, na Europa e nos EUA. Sobretudo nos Estados Unidos. As primeiras licenças de comercialização já são da década passada.
3. Portugal produz alimentos transgénicos?
3. Portugal produz alimentos transgénicos?
Já cultivou, em 1999, milho transgénico. Mas, neste momento, não. Importa, processa, distribui e vende.
4. Porque é que Portugal já não produz?
4. Porque é que Portugal já não produz?
Só houve autorização para um ano. A autorização foi suspensa pelo ministério da Agricultura, porque chegou à conclusão que não tinha condições laboratoriais, técnicas e humanas para fazer o acompanhamento das culturas transgénicas em Portugal. Enquanto essas condições não estivessem criadas, o ministério não podia permitir o cultivo de transgénicos. As nossas chefias governativas decidiram dar aval à suspensão do cultivo. Na minha opinião, isto teve a ver com o protocolo de Cartagena, que é um protocolo internacional de biosegurança e que se realizou numa altura em que Portugal estava na presidência da União Europeia. Por isso, o nosso país queria mostrar boa figura.
5. Quais são as vantagens dos transgénicos?
5. Quais são as vantagens dos transgénicos?
Eu vejo poucas vantagens. É errada a ideia de que os transgénicos vão acabar com a fome no Terceiro Mundo. Em relação aos agricultores do Primeiro Mundo, há a sugestão de que os transgénicos permitem uma maior produção e uma agricultura mais limpa de químicos, pesticidas e herbicidas. O agricultor do Primeiro Mundo vê os transgénicos como a possibilidade de uma maior produtividade e, logo, de mais lucro.
6. Quais são os inconvenientes dos transgénicos?
6. Quais são os inconvenientes dos transgénicos?
Quanto tempo tem de gravação de cassete? É que eles são tantos. Tenho a impressão que a cassete não chega. Para o consumidor, a grande desvantagem é que vai estar a comer alimentos que não foram testados. Os transgénicos são alimentos que representam uma caixa preta em termos de impacto na saúde. Não há quaisquer garantias, não há qualquer demonstração, nem sequer artigos científicos que se debrucem sobre esta questão. Portanto, nós vamos estar a comer alimentos que nunca ninguém comeu, que nunca fizeram parte da cadeia humana. As chances são como a roleta russa: pode dar certo ou errado.
7. Somos cobaias dos alimentos transgénicos?
7. Somos cobaias dos alimentos transgénicos?
Sim, sem dúvida. Mas não sou só eu a dizer. Tenho citações de altas personalidades a dizer que a população humana não é mais do que uma grande população laboratorial. Somos cobaias de uma má experiência, que não tem controlo. Nem sequer temos as coisas devidamente preparadas para dizer que pessoas foram expostas a alimentos transgénicos.
8. Ou seja, não há estudos para saber se alguém morreu por causa da ingestão de transgénicos...
8. Ou seja, não há estudos para saber se alguém morreu por causa da ingestão de transgénicos...
Exactamente. Não há estudos de pré-comercialização, tal como se faz a qualquer medicamento. Mas os medicamentos são utilizados por uma fracção muito pequena da população, normalmente durante uma certa fase da sua vida. Já os transgénicos são utilizados por toda a população, durante toda a vida. Nós não sabemos sequer pegar num alimento transgénico e ver se vai causar alergias. Em termos de pré-comercialização, não há qualquer cuidado. Em termos de pós-comercialização, não há nenhum estudo que esteja a acompanhar a introdução dos transgénicos. Portanto, nós não sabemos se alguém morreu por causa dos transgénicos. Estamos a arriscar a nossa vida a troco de nada.
9. A rotulagem dos alimentos que têm transgénicos é obrigatória, mas só naqueles que têm mais de 1%. Ou seja, podemos estar a consumir transgénicos sem sabermos, mesmo que em pequenas quantidades...
9. A rotulagem dos alimentos que têm transgénicos é obrigatória, mas só naqueles que têm mais de 1%. Ou seja, podemos estar a consumir transgénicos sem sabermos, mesmo que em pequenas quantidades...
A rotulagem, neste momento, só nos permite distinguir entre alimentos muito contaminados ou pouco contaminados. Não dá ao consumidor uma verdadeira escolha. Isso é mais uma desvantagem para o consumidor.
A partir do momento em que há transgénicos cultivados, a contaminação generaliza-se através do pólen para outros campos que não cultivam alimentos transgénicos. Ou seja, mesmo os alimentos não transgénicos ficam contaminados.
Na prática não temos opção. Vamos ser obrigados a consumir transgénicos por causa da poluição genética.
O consumidor só tem uma lei de rotulagem que apenas lhe permite excluir os alimentos mais contaminados com transgénicos. E depois há produtos em que a rotulagem não se aplica minimamente. A carne, leite e os ovos de animais alimentados com rações transgénicas não está rotulada.
No caso do leite, nós somos consumidores indirectos de transgénicos.
Já houve experiências em que joaninhas comiam insectos que tinham comido transgénicos. As joaninhas morreram simplesmente. Ou seja, não é de por de lado efeitos indirectos para o Homem. Do ponto de vista do consumidor, os transgénicos são a perda de liberdade de escolha, o que é gravíssimo. É um afunilamento da liberdade de escolha, que deve ser o primeiro direito do consumidor.
10. Já todos comemos transgénicos?
Já houve experiências em que joaninhas comiam insectos que tinham comido transgénicos. As joaninhas morreram simplesmente. Ou seja, não é de por de lado efeitos indirectos para o Homem. Do ponto de vista do consumidor, os transgénicos são a perda de liberdade de escolha, o que é gravíssimo. É um afunilamento da liberdade de escolha, que deve ser o primeiro direito do consumidor.
10. Já todos comemos transgénicos?
Já todos comemos transgénicos.
11. Em que tipo de alimentos pode existir transgénicos?
11. Em que tipo de alimentos pode existir transgénicos?
Na Europa, para consumo humano, está aprovado essencialmente o milho e a soja e seus derivados. Cereais da manhã, bolachas, chocolates, pizzas e hamburguers têm normalmente soja ou milho. A soja está em 60 a 70% de todos os alimentos processados. O milho, sob a forma de farinha maizena, sob a forma de amido, também está numa percentagem muito grande. E há muitos transgénicos que não são legais.
12. Acha que os portugueses estão esclarecidos sobre o tema?
12. Acha que os portugueses estão esclarecidos sobre o tema?
Não, claro que não estão. São dos menos esclarecidos da União Europeia.
13. Qual é a posição da Quercus sobre o tema dos transgénicos?
13. Qual é a posição da Quercus sobre o tema dos transgénicos?
A Quercus considera que a biotecnologia vegetal, com libertação no ambiente, não pode acontecer, porque, uma vez cultivado na terra, nós estamos a libertar um transgene no ambiente. A partir daí, se alguma coisa der errado, nós já não conseguimos ir buscar o transgene. Por exemplo, já se encontrou um transgene no intestino de abelhas que pertencia a uma colmeia que estava a muitos quilómetros de distância.
No geral, a posição é: há que continuar a investigação, têm de estar reunidas um conjunto de condições de garantia de que a libertação de transgenes no ambiente não vai contaminar ecossistemas.
14. Qual é a posição das empresas alimentares em relação aos transgénicos?
No geral, a posição é: há que continuar a investigação, têm de estar reunidas um conjunto de condições de garantia de que a libertação de transgenes no ambiente não vai contaminar ecossistemas.
14. Qual é a posição das empresas alimentares em relação aos transgénicos?
Depende das empresas. Por exemplo, o Modelo, o Continente e o Carrefour, entre outros, exigem garantias que os produtos da sua marca não têm transgénicos. Há empresas que assumiram uma política de não uso de transgénicos.
Publicado: 23-03-2004
Daniel Vaz
Retirado do site: http://jpn.icicom.up.pt/2004/03/23/ja_todos_comenos_trasngenicos.html
domingo, 9 de janeiro de 2011
> Filosofia de Mokiti Okada
Bom dia caros visitantes. Apresentamos um vídeo explicativo da Filosofia de Mokiti Okada. Qualquer dúvida, podem-nos contactar por e-mail. agricultura_natural@hotmail.com
sábado, 8 de janeiro de 2011
> Princípio Básico da Agricultura Natural
Mokiti Okada explicou que "a Verdade é a Natureza em si mesma". Disse ainda: "O homem, ao tomar qualquer atitude, deve ter a Natureza como modelo".
No que tange ao cultivo de produtos agrícolas, ele preconiza a Agricultura Natural porque este método baseia-se na harmonia das leis da Natureza. É um método simples e lógico, e à medida que compreenderemos o seu verdadeiro princípio e o seguiremos exactamente como Mokiti Okada ensinou, veremos, pelo sucesso alcançado, o quanto é correcta a sua aplicação. Segundo Mokiti Okada, "(o solo)... é capaz de produzir alimentos suficientes para nutrir todos os seres vivos que habitam a superfície terrestre, a começar pelo homem". Ele afirma, também, que "o próprio solo pode ser considerado um aglomerado de adubos minerais que fazem desenvolver a vegetação".
Os nutricionistas, médicos e outros cientistas que advogam, presentemente, a necessidade da produção de alimentos puros por métodos naturais, encaram o problema sob um ponto de vista estritamente físico. Mokiti Okada, entretanto, parte do solo para desenvolver o seu método, explicando que o estado natural da terra, constituída do solo, é sempre mantido de modo a alimentar os seres vivos com a união perfeita da luz solar, da água e do ar. Segundo ele, existe uma relação equilibrada entre o fogo, a água e o solo, energias emanadas, respectivamente do Sol, da Lua e da Terra. A ciência chama a essas energias de oxigénio (o fogo), hidrogénio (a água) e nitrogénio (o solo). A força resultante da união equilibrada dessas energias constituiu a Força Natural. E "esta é a fonte principal da vida, que faz nascer e desenvolver todas as coisas do mundo".
Em outros termos, o solo está impregnado de uma energia que é o verdadeiro agente de fertilidade e crescimento. Por isso, Mokiti Okada lamentava que os camponeses, pela utilização de fertilizantes artificiais, privassem o solo da sua energia, contaminando, ainda, as colheitas, pela formação de várias toxinas nas plantas, que são as responsáveis pela proliferação de insectos.
Para combater tais pragas, o uso de insecticidas preparados com substâncias venenosas tornou-se comum em todo o mundo, contaminando ainda mais as colheitas. Ingeridos pelo Homem, os alimentos saturados de tantas toxinas tornam a corrente sanguínea impura. Isto causa doenças de natureza surpreendente.
Mokiti Okada ensina, que o sentimento não é exclusivo dos homens e dos animais, mas existe também nos vegetais e no solo. Segundo ele, é fundamental amar o solo e purificá-lo, para que a força da Natureza nele se manifeste em grau máximo e com maior poder. O princípio básico da Agricultura Natural consiste e, fazer com que essa força se manifeste, isto é, em conservar a vitalidade e fertilidade naturais do solo, protegendo-o da contaminação de fertilizantes artificiais e insecticidas.
Para compreender o que é a Agricultura Natural, é preciso entender primeiramente, a função essencial do solo.
O solo foi criado com a potencialidade de produzir os alimentos necessários aos seres vivo. Assim, a própria terra está cheia de fertilizantes. Quando sementes de vários tipos são semeadas em tal terreno, devem brotar, desenvolver-se, produzir flores e alimentos. Assim, quando um país inteiro é assolado pela falta de alimentos, é porque está em desacordo com as leis da Natureza.
> Agricultura Natural
A divulgação da Agricultura Natural foi um dos pontos principais da preocupação de Mokiti Okada.
Já em 1935 ele começou a fazer, pessoalmente, as primeiras experiências com hortaliças e arroz, na horta de Tamagawa, em Kaminogue, Tóquio. Em face dos resultados surpreendentes, deu início à divulgação deste método.
Já em 1935 ele começou a fazer, pessoalmente, as primeiras experiências com hortaliças e arroz, na horta de Tamagawa, em Kaminogue, Tóquio. Em face dos resultados surpreendentes, deu início à divulgação deste método.
Em 1948, Mokiti Okada pronunciou-se publicamente: "Em breve, o desrespeito à Natureza se estenderá a toda a sociedade; na agricultura, o cultivo será feito com a aplicação intensa de adubos químicos. Por causa disso, surgirão doenças, insectos e danos além do comum, e os insecticidas utilizados para o seu combate e extermínio serão cada vez mais fortes, o que resultará em produtos contaminados, em alimentos que prejudicam a vida dos homens e dos animais". E Mokiti Okada acrescenta: "Para evitar esse perigo, seria necessária a Agricultura Natural".
Com essas palavras, ele tentava alertar o governo japonês para os perigos iminentes da utilização dos defensivos agrícolas. Nesse período de pós-guerra, entretanto, devido à escassez de alimentos, o país incrementava a agricultura industrial, e não levou em conta o que ele dizia. Tomavam-no como supersticioso e obscurantista. Algumas pessoas, todavia, levaram-no a sério e aceitaram incentivar e pôr em prática o método por ele preconizado.
No início da década de 60, veio a público o rumoroso caso do mercúrio orgânico contido no arroz, ocasionando uma forte reacção por parte das pessoas. Começou-se, então, a discutir o problema da poluição, e por volta de 1965, uma onda de popularização dos alimentos puros, não contaminados, alastrou-se pelo país, através de órgãos de informação, seguindo-se maior procura desses produtos por parte do consumidor.
Com o incremento das pesquisas nesse campo, a humanidade começou a despertar para as consequências desastrosas da poluição, nas suas várias manifestações, e na década de 70, apareceram, em todo o mundo, movimentos ecológicos visando à afirmação da importância da Natureza e do respeito à vida. Como resultado, o governo japonês criou uma repartição, a nível ministerial, com a atribuição de pesquisar, regulamentar e proibir a fabricação, venda e utilização de alguns defensivos agrícolas.
Entretanto, depois de vinte e tantos anos de pesquisas, prática e divulgação da Agricultura Natural, continua a prevalecer o método comum de agricultura. A sociedade moderna, que desrespeitou a Natureza pelo domínio da ciência e do princípio que tem a economia como ponto principal, fez gerar a poluição sob as mais variadas formas.
Os praticantes da Agricultura Natural, incentivados pelo ideal de Mokiti Okada, vêm empreender um grande esforço no sentido de provar a eficiência do método e aprimorar-lhe a técnica. Convictos de que este método é um dos pontos fundamentais para a a construção da Nova Sociedade, desejamos convidar o mundo inteiro a conhecer os seus princípios e conceitos básicos, a fim de comprovar a sua essência e valor.
![]() |
| Mokiti Okada |
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
> Agricultura Natural de Mokiti Okada
Boa tarde caros visitantes. É com enorme prazer que vos apresentamos o espaço experimental da Agricultura Natural, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





